Diabetes Mellitus

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Diabetes Mellitus

Diabetes Mellitus

O Diabetes Mellitus é um distúrbio metabólico causado pelos altos índices de açúcar no sangue, isso devido há uma insuficiência na produção de insulina ou uma resistência há insulina.

Diabetes Mellitus

As principais queixas em relação a Diabetes Mellitus são sede excessiva, aumento na micção e perda de peso repentina, mas o Diabetes Mellitus mal controlado pode também afetar as sensações periféricas danificando as sensações e não percebendo lesões nos pés.

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A Diabetes Mellitus fora de controle entre 150 mg/dl e 180 mg/dl aparece no exame de sangue já quando a Diabetes Mellitus está mais alta os rins excretam água adicional para diluir a grande quantidade de glicose.

Outras complicações devido ao mal controle da Diabetes Mellitus como visão embaçada, sonolência, náusea e diminuição de resistência no exercícios também são comuns.

Existem 2 tipos de Diabetes Mellitus: tipo 1 (quando há falência na produção de insulina) e tipo 2 (quando há uma resistência na entrada da insulina na célula devido a obesidade).

O mal controle da Diabetes Mellitus pode acarretar outras várias doenças oportunistas como: hipertensão, acidente vascular cerebral, retinopatia diabética, nefropatia diabética e neuropatia diabética.

O diagnostico da Diabetes Mellitus é estabelecido mediante exame de sangue.

O Diabetes Mellitus ataca geralmente pessoas acima de 45 anos, com estilo de vida sedentária, obesos, histórico familiar, colesterol elevado e em alguns casos durante a gestação.

A melhor maneira de evitar a Diabetes Mellitus ainda é se manter ativo durante o dia a dia e fazer exercícios regularmente, priorizar as dietas equilibradas, consumindo somente alimentos de boa procedência evitando assim alimentos industrializados e muito calóricos, dormir pelo menos 8 horas de sono por noite, se hidratar adequadamente e evitar o estresse.

Deve se também procurar um médico regularmente realizando exames de rotina anualmente.

diabetes mellitus tipo 1, assim como o tipo 2, é caracterizado pelo excesso de glicose (açúcar) no sangue, o que desencadeia uma série de complicações no organismo.

Mas, nesse caso, a doença surge em geral na infância e na adolescência, traz sintomas como vontade urinar e perda de peso e tem origem autoimune.

Ou seja, as próprias unidades de defesa do corpo passam a destruir o pâncreas, responsável pela produção de insulina.

O tratamento, portanto, sempre envolve a reposição desse hormônio.

A insulina tem a função de abrir as portas das células para a entrada da glicose, que será convertida em energia.

Esse processo nos mantém vivos.

A consequência do diabetes tipo 1 é um acúmulo permanente de glicose na corrente sanguínea, o que causa uma porção de danos.

Entre as complicações, destacam-se:

  • Lesões e placas nos vasos sanguíneos, que comprometem a oxigenação dos órgãos e elevam o risco de infartos e AVCs
  • Retinopatia diabética (danos à retina, o tecido no fundo do globo ocular, que levam à cegueira)
  • Falência renal
  • Neuropatia periférica (comprometimento dos nervos, que compromete a sensibilidade)
  • Amputações devido a feridas não perceptíveis na pele, que são capazes de evoluir para gangrena

O diabetes tipo 1 é menos comum que o tipo 2. Estima-se que cerca de 10% de todos os casos da doença correspondam a essa versão do problema.

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