Diabetes Tipo 1

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Diabetes Tipo 1

Diabetes Tipo 1

Diabetes Tipo 1 é também conhecido como diabetes insulinodependente, diabetes infanto-juvenil e diabetes imunomediado.

Diabetes Tipo 1

No Diabetes Tipo 1 a produção de insulina do pâncreas é insuficiente pois suas células sofrem o que chamamos de destruição autoimune, ou seja, suas células sofrem o que chamamos de destruição autoimune.

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Os portadores de Diabetes Tipo 1 necessitam injeções diárias de insulina para manterem a glicose no sangue em valores normais.

Há risco de vida se as doses de insulina não são dadas diariamente.

O Diabetes Tipo 1 embora ocorra em qualquer idade é mais comum em crianças, adolescentes ou adultos jovens.

Esse tipo de diabetes é sempre tratado com insulina, atividade física e planejamento alimentar, pois só assim se consegue controlar o nível de glicose no sangue.

O Diabetes Tipo 1 representa de 5% a 10% dos casos da doença, e é resultado da destruição das células beta do pâncreas, com consequente deficiência de insulina.

Na maior parte dos casos, a destruição das células beta é causada por autoimunidade, ou seja, o sistema imunológico ataca equivocadamente as células beta, mas existem casos que não possuem evidências de processo autoimune.

Urinar demasiadamente e ter vontade de beber muita água estão entre os sintomas mais comuns do Diabetes Tipo 1.

Quando a doença não é tratada de corretamente, usando a dose de insulina necessária, dieta em horários regulares, e atividade física regularmente vários problemas podem ocorrer.

Em pelo menos 25% dos casos, pacientes apresentam cetoacidose diabética, uma das complicações mais graves da doença.

Ela acontece quando o organismo, sem conseguir usar a glicose, busca outras fontes de energia, o que resulta no acúmulo de substâncias chamadas corpos cetônicos, que tornam o sangue ácido.

Alguns dos sinais típicos do Diabetes Tipo 1 são dor abdominal, fadiga intensa, hálito com odor acentuado de acetona, hiperglicemia, boca seca e sede intensa, confusão mental e aumento da frequência da urina.

Se a cetoacidose na Diabetes Tipo 1 não for tratada, a progressão é grave e pode evoluir para edema cerebral, podendo a Diabetes Tipo 1 levar ao coma e a morte.

O Diabetes Tipo 1 também pode trazer um sentimento de medo ou problemas emocionais, ainda mais por acometer crianças e jovens, às vezes desde o nascimento.

diabetes mellitus tipo 1, assim como o tipo 2, é caracterizado pelo excesso de glicose (açúcar) no sangue, o que desencadeia uma série de complicações no organismo.

Mas, nesse caso, a doença surge em geral na infância e na adolescência, traz sintomas como vontade urinar e perda de peso e tem origem autoimune.

Ou seja, as próprias unidades de defesa do corpo passam a destruir o pâncreas, responsável pela produção de insulina.

O tratamento, portanto, sempre envolve a reposição desse hormônio.

A insulina tem a função de abrir as portas das células para a entrada da glicose, que será convertida em energia.

Esse processo nos mantém vivos.

A consequência do diabetes tipo 1 é um acúmulo permanente de glicose na corrente sanguínea, o que causa uma porção de danos.

Entre as complicações, destacam-se:

  • Lesões e placas nos vasos sanguíneos, que comprometem a oxigenação dos órgãos e elevam o risco de infartos e AVCs
  • Retinopatia diabética (danos à retina, o tecido no fundo do globo ocular, que levam à cegueira)
  • Falência renal
  • Neuropatia periférica (comprometimento dos nervos, que compromete a sensibilidade)
  • Amputações devido a feridas não perceptíveis na pele, que são capazes de evoluir para gangrena

O diabetes tipo 1 é menos comum que o tipo 2.

Estima-se que cerca de 10% de todos os casos da doença correspondam a essa versão do problema.

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