Diabetes Tipo 2

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Diabetes Tipo 2

Diabetes Tipo 2

O Diabetes Tipo 2 é uma doença crônica que desequilibra a forma como o corpo humano metaboliza a glicose, principal fonte de energia, ataca geralmente pessoas acima de 45 anos obesas.

Diabetes Tipo 2

As pessoas portadoras de Diabetes Tipo 2 produzem insulina, mas essa insulina sofre uma resistência devido a obesidade, ou seja, o corpo não responde da forma que deveria responder perante a ação da insulina ou não a utiliza corretamente.

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A Diabetes Tipo 2 tem como principais fatores de risco:

  • sedentarismo,
  • pessoas acima de 45 anos,
  • obesidade e sobrepeso,
  • diabetes gestacional anterior,
  • baixos níveis de colesterol HDL,
  • triglicerídeos elevados,
  • hipertensão e
  • consumo elevado de álcool.

As principais queixas da Diabetes Tipo 2 relatados são:

  • infecções frequentes,
  • feridas que demoram para cicatrizar,
  • alteração visual,
  • formigamentos nos pés,
  • aumento na micção,
  • fome constante e
  • sede elevada.

O diagnostico da Diabetes Tipo 2 normalmente é feito através da glicemia em jejum, hemoglobina glicada e curva glicêmica, valores acima de 100 mg/dl são indícios para se prosseguir com a curva glicêmica e hemoglobina glicada.

O exame de curva glicêmica mede a velocidade com que seu corpo absorve a glicose após a ingestão e a hemoglobina glicada (HbA1c) é a fração da hemoglobina (proteína dentro do glóbulo vermelho) que se liga a glicose.

O tratamento do Diabetes Tipo 2 objetiva reduzir os níveis glicêmicos no sangue atenuando para que não surjam nenhum tipo de complicação em decorrência de um mal controle da doença.

O tratamento da Diabetes Tipo 2 ainda preconiza o modo conservador, ou seja, o é ideal é a pratica regular de atividade física aliada a uma dieta equilibrada e balanceada.

A atividade física é de suma importância para o controle do Diabetes Tipo 2 pois além de ajudar a manter os níveis de açúcar no sangue, estimula o emagrecimento, melhorando até em alguns casos a sensibilidade ao medicamento.

Pessoas portadoras de Diabetes Tipo 2 devem limitar os açúcares presentes nos doces e carboidratos simples, como massas e pães, pois eles possuem um índice glicêmico muito alto e quando um alimento tem o índice glicêmico baixo, ele retarda a absorção da glicose, que não se concentra no sangue levando a um maior controle da Diabetes Tipo 2.

diabetes mellitus tipo 1, assim como o tipo 2, é caracterizado pelo excesso de glicose (açúcar) no sangue, o que desencadeia uma série de complicações no organismo.

Mas, nesse caso, a doença surge em geral na infância e na adolescência, traz sintomas como vontade urinar e perda de peso e tem origem autoimune.

Ou seja, as próprias unidades de defesa do corpo passam a destruir o pâncreas, responsável pela produção de insulina.

O tratamento, portanto, sempre envolve a reposição desse hormônio.

A insulina tem a função de abrir as portas das células para a entrada da glicose, que será convertida em energia.

Esse processo nos mantém vivos.

A consequência do diabetes tipo 1 é um acúmulo permanente de glicose na corrente sanguínea, o que causa uma porção de danos.

Entre as complicações, destacam-se:

  • Lesões e placas nos vasos sanguíneos, que comprometem a oxigenação dos órgãos e elevam o risco de infartos e AVCs
  • Retinopatia diabética (danos à retina, o tecido no fundo do globo ocular, que levam à cegueira)
  • Falência renal
  • Neuropatia periférica (comprometimento dos nervos, que compromete a sensibilidade)
  • Amputações devido a feridas não perceptíveis na pele, que são capazes de evoluir para gangrena

O diabetes tipo 1 é menos comum que o tipo 2.

Estima-se que cerca de 10% de todos os casos da doença correspondam a essa versão do problema.

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